Bons ventos para a aviação brasileira


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A Iata comprovou a já esperada recuperação do mercado aéreo brasileiro - embora ainda em pequena escala. A demanda no País, medida em passageiros-quilômetros transportados (RPK), cresceu 3,5% no ano, recuperando parte da queda de 5,5% que apresentou em 2016.

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A oferta também subiu, mas em menor medida, com os assentos quilômetros disponíveis (ASK) ficando 1,7% acima do ano anterior. Como resultado, o Brasil representou, em 2017, 1,2% do share da aviação mundial, e ficou com o fator de ocupação nos 81,5%.

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Em números globais, a Iata também teve alta em 2017 e prevê um 2018 ainda melhor. O relatório da entidade mostra aumento da demanda (RPK) de 7,6% em relação a 2016, acima da média anual da taxa de crescimento dos últimos dez anos, de 5,5%. A capacidade (ASK), subiu um pouco menos, ficando 6,3% acima do ano anterior. O resultado foi um fator de ocupação recorde para o relatório anual da entidade, ficando em 81,4%.