Mesmo tragédias, voar continua sendo muito seguro

O século 21 está no ar. Literalmente. O número de passageiros em aviões e o número de aviões decolando e pousando a cada instante é estarrecedor. O século começou com uma tragédia aérea. Outras seguiram. A maioria por circunstâncias estranhas aos construtores de aviões e aos profissionais do voo.
Mas a sequência recente é um caso a pensar? Cinco acidentes em 12 meses. Dois aviões da Malásia, um de uma empresa de Taiwan, um da Argélia e agora o da Germanwings. A conta parece alta, mas não é.
Voar é cada vez mais seguro. São as estatísticas e os gráficos que mostram essa evidência. Difícil de acreditar diante do trauma que uma queda de avião como essa na França pode causar.
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2013, por exemplo, foi o ano mais seguro da aviação civil desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Como? É preciso levar em consideração o aumento do tráfego aéreo. Neste ano, 3,5 bilhões de passageiros vão embarcar em um avião.
Se a taxa média de mortes se mantiver, cerca de mil pessoas devem morrer. Os cálculos apontam que 1,2 milhão devem morrer nas estradas neste ano em todo o mundo.
A vantagem de voar é que, quando alguma coisa dá errado, a indústria vai trabalhar em dobro para que o erro não se repita.